Poção, livro ou relíquia
Beber, ler ou usar. A cena começa na hora: fumaça, frase na tela, cura, veneno, forma animal ou um item que passa para outra pessoa.
Um gesto, uma cena
RedM · a cena pronta no seu servidor
Uma poção que doura o núcleo. Um cajado com quatro feitiços. Um livro que fala e entrega um selo. Um corpo que vira lobo, águia, uma estátua, uma fogueira ou qualquer objeto do jogo. Você escolhe uma ideia daqui, ou inventa a cena com a sua história. Eu entrego o script funcional.
A encomenda é a experiência. Os jogadores usam o item, veem a cena, ouvem o som e sentem o efeito. O script chega pronto para entrar no servidor.
Tudo começa num item do inventário. A diferença é a cena que esse item abre.
Beber, ler ou usar. A cena começa na hora: fumaça, frase na tela, cura, veneno, forma animal ou um item que passa para outra pessoa.
Um gesto, uma cena
O objeto fica na mão. Cada tecla é um feitiço diferente: cura, raio, lobo, marca no chão. Segurar carrega. Soltar antes desiste. Depois do uso, o objeto pode precisar descansar.
Vários feitiços, um objeto
Estátua, fogueira, altar, totem, ou qualquer objeto do jogo. O corpo cresce, gira e avança em momentos da cena. Se o modelo ainda não existe no RedM, eu converto o 3D.
Qualquer objeto do mapa
Cada cartão é uma cena que eu posso entregar pronta. Misture duas, troque o animal, mude a frase, ou descreva outra do zero. A criatividade é sua. O script funcional é o que você recebe.
O frasco quebra na mão. Fumaça clara sobe do peito, o vidro soa, e a vida volta inteira com o núcleo dourado. No mesmo gole, a energia pode voltar também.
Quem está na mira sente a tela fechar, a visão embaçar e a energia cair. No fim, o corpo vai ao chão ou fica preso no lugar, enquanto a cidade vê a fumaça verde.
Os punhos acendem. Por um tempo, o soco dói o dobro e cada golpe devolve um pouco de vida. A poção some do bolso quando a fúria acaba.
O corpo some por alguns segundos. Uma aura gira em volta enquanto a invisibilidade dura, e essa aura pode existir só entre o anoitecer e o amanhecer.
Um gole e o mundo ganha o realce da visão de caçador. Serve para o batedor da trilha, o caçador de recompensa ou o ritual da lua.
O frasco estoura no chão. Todo mundo num raio perde a tela por um instante, ouve o estalo, e quem você escolher ainda sai atordoado.
Quatro teclas, quatro cenas: cura na mão, fumaça no peito, pele de lobo, e um círculo no chão. Segurar a tecla carrega o feitiço. Soltar antes é desistir.
Depois da carga, o jogador aponta. O clique chama o raio. Dá para limitar os tiros e o descanso entre eles. Quem está perto vê o mesmo impacto.
A luz sai da ponta do cajado, atravessa o ar em linha, em feixe, ou corre atrás do alvo até encostar. Só então a cena de verdade começa: cura, queda ou transformação.
O item permanece. Enquanto a guarda dura, o corpo não toma dano, ou recupera uma parte de cada golpe recebido. A aura dourada avisa a cidade de que a proteção está viva.
Fagulhas orbitam as mãos. O objeto na mão ganha fogo próprio. A cena pode ser só visual, para um pacto, ou vir junto de soco mais forte.
Um estalo, um rastro na frente do corpo, e o personagem aparece alguns metros adiante. Útil para fuga de duelo ou entrada de cena no saloon.
A primeira linha aparece na tela. A segunda pede a animação de leitura. A terceira entrega um selo, uma chave ou outro frasco na mão de quem foi escolhido.
A luz do ritual todo mundo vê. O efeito, a frase e o item ficam só para quem pertence ao coven, ou só para quem a história marca como sobrenatural.
O leitor se ajoelha, a câmera abre o plano, e o corpo no chão volta. A frase na tela pode ser a oração da sua lore, palavra por palavra.
Durante a carga, o jogador aponta o lugar. O símbolo nasce ali. Quem entrar no raio — pessoas, NPCs, ou os dois — recebe a bênção ou a maldição.
O corpo troca, a vida da forma pode ser maior, e a pele aguenta a cena sem ficar coberta de ferimentos. Fumaça acompanha a troca e a volta.
Um espião vira corvo, coruja ou águia pelo tempo da missão. A cidade vê as penas. O jogador vive o voo.
Jacaré, tartaruga ou tubarão, para o capítulo no rio. A forma dura o tempo da cena e o corpo humano volta quando ela acaba.
Uma estátua na praça, uma fogueira no ritual, um altar, um totem, ou qualquer objeto do jogo. O jogador se transforma nele e a cena anda em momentos: tamanho, giro, avanço. Fumaça, fogo e câmera entram junto. Se o modelo ainda não existe no RedM, eu converto o 3D.
A forma rara, com vida de mais, para o chefe da tribo ou o pacto da montanha. Quem está perto vê o mesmo animal, a mesma aura, o mesmo rugido.
A raça sobe de poder: velocidade, pulo, furtividade, sopro de fogo, sumiço em fumaça, mímica e a voz que obriga o outro. Cada patamar libera o que a história permitir.
Sal, água benta, fragmento de cruz e a arma do caçador. Quem acerta o demônio lê a frase da sua lore. A fraqueza vira roleplay, com item de verdade no inventário.
Quem lança vê o próprio corpo. A vítima vê a frase e o visual em cima dela. A cena serve para pacto, julgamento ou possessão curta.
Se o servidor pede fada, werecat, anjo ou outra linhagem, descreva os poderes, os patamares e o que a cidade usa contra eles. Eu entrego essa progressão funcionando.
Uma encomenda junta quantos destes momentos você quiser, ao mesmo tempo ou um depois do outro. A frase na tela pode ser a fala da sua história.
Escolha o animal. Eu entrego a poção, o livro ou a tecla do cajado que faz o personagem vestir essa pele, com visual, som e o tempo que a cena pedir.
A cena pode ser só espetáculo, só efeito no corpo, ou os dois juntos. Quem está perto vê a mesma coisa.
Os visuais entram na ordem da história: primeiro o brilho na mão, depois o impacto no peito, depois o rastro nos pés. Cor, tamanho e o tempo de cada momento seguem a cena que você descreveu.
Várias auras ao mesmo tempo, presas a um osso ou girando em volta do personagem. Objetos podem orbitar o corpo enquanto o poder está ativo.
A luz sai primeiro e viaja até o destino: a pessoa, o animal ou o chão. O caminho pode ser reto, um feixe, ou uma perseguição até encostar. Aí a cena de verdade acontece.
Segurar a tecla enche a barra. O lançamento tem som, e o som pode acompanhar o personagem. A câmera abre um plano em quem lança e em quem recebe. Cada momento da cena pode ter o próprio gesto.
O cajado, o amuleto ou a arma aparecem no corpo. O fogo pode nascer neles. As teclas lançam a cena a partir desse objeto.
Uma aura visual pode existir só numa faixa de horas, por exemplo do anoitecer ao amanhecer.
Você decide o público de cada momento. As escolhas se combinam.
Além do item avulso, eu entrego uma raça com cinco patamares. Cada poder tem visual, som, câmera e efeito na cena. A linhagem que já saiu assim é a demoníaca. Outra raça nasce da lore que você contar.
Sal, água benta, fragmento de cruz e arma de caçador de demônios entram como itens do servidor, com a frase que a vítima lê quando é atingida.
Fada, werecat, anjo ou o nome que o servidor já usa: descreva os poderes e o que os derruba. Eu entrego a progressão como script funcional.
Pode ser um cartão desta página, a mistura de dois, ou uma cena que só existe na lore do servidor.
Quem usa, o que a cidade vê, quem sente o efeito, a frase na tela e quanto tempo a cena dura.
Poção, livro, cajado, objeto ou linhagem. Visual, som, câmera e o que acontece no corpo, na ordem da história.
Pronto para o servidor. Os jogadores usam o item e a cena acontece. A criação fica comigo. A experiência fica com o seu roleplay.